Itanhaém ao pôr do sol, vista aérea da Boca da Barra
Candidatura oficial · World Surf Cities Network

Itanhaém no mapa mundial das cidades do surf.

Uma cidade de frente para o mar, com história, ondas e uma comunidade que vive o Oceano. Itanhaém oficializou a candidatura da cidade à rede internacional que reconhece o surf como vetor de desenvolvimento.

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Rio Itanhaém · Baixada Paulista
Candidatura oficializada pela Prefeitura de Itanhaém · Aplicação: Secretaria de Turismo · Articulação internacional e coordenação técnica: Instituto Ecosurf
Role ↓
A cidade de frente para o mar TerritórioA cidade de frente para o mar O surf como identidade CulturaO surf como identidade Patrimônio vivo a proteger HistóriaPatrimônio vivo a proteger
Surfista: Jaime Viúdes
Itanhaém vista do alto, rio e mar Itanhaém · rio e mar
O projeto

Uma candidatura oficial para reconhecer a cidade que o surf já conhece.

A Prefeitura de Itanhaém candidatou oficialmente a cidade à World Surf Cities Network. A Secretaria de Turismo responde pela aplicação da candidatura e o Instituto Ecosurf pela coordenação técnica, com o #ItaSurfCity articulando sociedade civil, comunidade do surf, escolas, empresas e instituições.

A proposta reconhece o surf como cultura, identidade, economia, inclusão, turismo responsável e compromisso com a proteção do Oceano e dos Ecossistemas de Surf.

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O Manifesto #ItaSurfCity

Itanhaém nasceu de frente para o mar. Antes de ser destino turístico, antes de ser cidade balneária, Itanhaém já era território de encontro entre rios, praias, costões, Mata Atlântica, comunidades e Oceano.

Aqui, o surf não é apenas esporte. É cultura, educação, trabalho, saúde, lazer, economia criativa, turismo, juventude, memória e identidade.

O Oceano carrega as marcas das ações humanas. A poluição, a perda de biodiversidade, a erosão costeira e a falta de cuidado com rios e praias ameaçam não apenas a natureza, mas o futuro das comunidades que vivem em relação direta com o mar.

Apoiar o #ItaSurfCity é defender que Itanhaém reconheça o surf como patrimônio vivo, vocação territorial e estratégia de desenvolvimento sustentável.

Eu apoio a mobilização pela candidatura de Itanhaém à World Surf Cities Network. Porque proteger o Oceano é da nossa Natureza.
#ItaSurfCity
World Surf City

Mais que um título: uma agenda de cidade.

Uma World Surf City é uma cidade onde o surf e sua cultura fazem parte da vida local, da economia, do turismo, do emprego, da identidade e do desenvolvimento do território.

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A rede no mundo

20 cidades, 3 continentes, um mesmo Oceano.

Da Economia do surf de Ericeira às ondas gigantes de Nazaré, do berço argentino em Mar del Plata a Santos-SP, hoje a única brasileira. A World Surf Cities Network conecta cidades onde o surf impulsiona identidade, turismo, economia e conservação.

Mapa-múndi com as cidades da World Surf Cities Network
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Itanhaém · candidata
Europa · 8 cidades América do Sul · 10 cidades América do Norte e Central · 2 cidades Itanhaém · candidata #ItaSurfCity

Europa

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América do Sul

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América do Norte e Central

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O que a rede fortalece

Reconhecimento internacional Turismo de surf Economia local Cooperação entre cidades Proteção das ondas e da cultura do surf

Para Itanhaém, entrar na rede significa transformar onda, cultura de praia, turismo e conservação costeira em agenda oficial de cidade.

O PIB do surf no mundo

Onda boa também é economia.

O surf movimenta uma cadeia que vai da prancha ao turismo — e estudos recentes já colocam preço no que uma única onda de qualidade gera por ano para a cidade que a abriga. No Brasil, a Guarda do Embaú provou a tese: minoria numérica, maioria econômica.

Camadas da economia do surf

Equipamentos US$ 4,4 bi ≈ R$ 22,5 bi · projeção US$ 6,3 bi até 2030
Turismo de surf US$ 68,3 bi ≈ R$ 349 bi · projeção US$ 95,9 bi até 2030
Valor total do surf US$ 0,38–1,3 tri ≈ R$ 1,9 a 6,6 tri/ano

No valor total (~50 milhões de surfistas no mundo), saúde mental responde por 57–74%. Até 2030, turismo costeiro e marinho será 26% da economia do oceano (Banco Mundial).

Quanto vale uma onda valor anual por pico

Santa CruzUS$ 194,7 mi
≈ R$ 999 mi · Califórnia, EUA
UluwatuUS$ 35 mi
≈ R$ 180 mi · Bali, Indonésia
MavericksUS$ 24 mi
≈ R$ 123 mi · Califórnia, EUA
Oriente Salvaje NOVO · 2026US$ 10,8 mi
≈ R$ 55,2 mi · El Salvador — 92% dos turistas internacionais vêm pelo surf
Estudos Save The Waves somados · 9 picos + de US$ 260 mi/ano ≈ R$ 1,33 bi/ano

De onde vem o valor

77% 23%

Produtos e serviços locais
US$ 150,2 mi ≈ R$ 771 mi

Viagens de visitantes
US$ 44,5 mi ≈ R$ 228 mi

Evidência

A economia cresce mais rápido perto de ondas de qualidade — efeito detectado por satélite (2017), sobretudo em países como Brasil e Indonésia. O oposto também: destruída a onda de Jardim do Mar (Madeira, 2005), o crescimento local caiu.

O caso brasileiro · Guarda do Embaú, SC

Uma vila de 800 habitantes que fatura R$ 13,5 milhões por ano com o surf.

1ª Reserva Mundial de Surf do Brasil · Surfonomics 2020
44% → 77%

Surfistas e acompanhantes são 44% dos turistas, mas geram 77% da receita do turismo local.

2× mais

O turista surfista gasta R$ 195/dia — o dobro do turista comum (R$ 95/dia, Santur) — e fica 6 dias.

98,1%

Para quase todos os visitantes, o surf foi fator primário (83,2%) ou secundário na escolha do destino.

Ambiente = receita

100% não voltariam com água poluída; 87,8% com lixo na praia; 78,5% sem saneamento.

Gasto diário nas Reservas Mundiais Huanchaco 🇵🇪 US$ 45 Guarda do Embaú 🇧🇷 US$ 61 San Miguel 🇲🇽 US$ 111 Pichilemu 🇨🇱 US$ 159
O surf na economia de Itanhaém

R$ 7,9 milhões por ano em gasto direto de surf-turistas.

Nota Técnica nº 01/2026 · Secretaria de Turismo
9.000

Surf-turistas por ano, com estadia média de 2 a 3 dias e gasto de R$ 350 por pessoa/dia.

Estimativa técnica
500

Surfistas residentes em Itanhaém, base da comunidade que sustenta a cultura local.

Estimativa técnica
300

Empregos ligados ao surf: cerca de 100 diretos (shapers, escolas, lojas, eventos) e 200 indiretos.

Estimativa técnica
1,5 mi

Visitantes por ano, com picos de 250 mil ou mais em janeiro, Carnaval e feriados.

PDDTI 2024
Ocupação hoteleira ao longo do anoo surf é demanda de baixa temporada
96,6%Réveillon 84%Carnaval 80,4%Janeiro 29,5%Junho 32%Julho 35%Agosto

Fontes: Grand View Research (equipamentos e turismo); npj Ocean Sustainability / Griffith University (valor total); Banco Mundial; Save The Waves Coalition (surfonomics de Santa Cruz, Uluwatu, Mavericks e consolidado); Surfonomics Oriente Salvaje, El Salvador (2026); UFSC / SandS + Save The Waves (Guarda do Embaú, 2020, dados de 2018). Estimativas de estudos com metodologias distintas — não são somáveis entre si. Conversões aproximadas a R$ 5,11/US$ (jul. 2026); valores da Guarda do Embaú em R$ correntes de 2018. Dados de Itanhaém: Nota Técnica nº 01/2026 da Secretaria Municipal de Turismo e Plano Diretor de Desenvolvimento Turístico de Itanhaém (PDDTI, rev. mar. 2024); os indicadores de surf assinalados como estimativa técnica são projeções aritméticas validadas pela Secretaria, sem efeitos multiplicadores.

Morro do Paranambuco, Itanhaém Vista do Morro do Paranambuco · Itanhaém
Por que Itanhaém?

História, costa, rios e ondas.

A candidatura nasce de uma vocação real: Itanhaém tem paisagem, memória, praias, cultura surfista e uma relação profunda com o Oceano.

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Itanhaém em números

Dados objetivos. Força territorial.

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Cultura surfista viva

Itanhaém vive o surf.

As paisagens apresentam o território. As fotos de surf mostram a alma da proposta: movimento, identidade, prática, encontro e pertencimento.

Longboard na Boca da Barra
Longboard como essência
Cutback na ondulação do rio
História do surf viva
Cross-step e estilo
Celebração ao oceano
Surf a dois na mesma onda
Surf intergeracional

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Berço do surf paulista

História e cultura do surf brasileiro passam por aqui.

Itanhaém foi polo de efervescência do surf paulista e brasileiro desde a metade do século passado e, nos anos 80, virou referência regional do esporte e da cultura surf no litoral. Em novembro de 1973, o Surf Clube de Itanhaém realizou o I Festival de Surf de Itanhaém na Praia dos Pescadores, com cerca de 120 atletas. Em 1980 nasce a Associação de Surf de Itanhaém (ASI), a primeira formalmente constituída no país.

1973

I Festival de Surf de Itanhaém, na Praia dos Pescadores, com cerca de 120 atletas e três dias de competição, cinema na praia e música.

53 anos

O Surf Clube Itanhaém começou a organizar eventos oficiais de surf na cidade em 1973, reunindo atletas de toda a região que vinham a Itanhaém competir.

ACAI

Patrocinou o festival de 1973 e assinou a carta de apoio à candidatura em 2026: 53 anos de conexão entre comércio local e surf.

Anos 80–90

A ASI organiza o II Campeonato Paulista de Surf. Cisco Arana, hoje Embaixador da WSCN, competiu em Itanhaém nos anos 90.

Primeiros registros

Pranchas na água antes de o surf ter nome de esporte.

Fotografias de meados do século passado e a cobertura da imprensa em 1973 formam um registro contínuo: Itanhaém está entre as primeiras cidades do Brasil a ter pranchas na água e, em poucos anos, a organizar competição, clube e público em torno delas.

Surfista com prancha de madeira em Itanhaém
PRIMEIRA METADE DO SÉCULO XX Prancha de madeira, mais alta que o próprio surfista, na foz do Rio Itanhaém - Boca da Barra. Registro anterior à chegada das pranchas industrializadas ao país.
Público e torre de julgamento na praia dos Pescadores
Anos 1970 Torre de julgamento montada na Praia dos Pescadores, carros encostados na cerca e público acompanhando as baterias. A estrutura de competição já existia na praia.
Na imprensa, 1973
Na praia, surf e cinema
Na praia, surf e cinema Anúncio do I Festival de Surf de Itanhaém, nos dias 2, 3 e 4 de novembro, na praia dos Pescadores, com promoção do Surf Clube de Itanhaém.
Surf começa amanhã
Surf começa amanhã Cinquenta surfistas inscritos nas categorias júnior e sênior, três dias de evento, cinema ao ar livre na areia e ônibus gratuito saindo de São Vicente.
Festival de surfe
Festival de surfe Resultado do I Festival de Surfe de Itanhaém: cerca de 120 atletas na Praia dos Pescadores, com colaboração da Prefeitura Municipal e da Associação Comercial, Agrícola e Industrial de Itanhaém.
Em Itanhaém, um festival
Em Itanhaém, um festival Entrevista com os organizadores sobre a intenção de, depois do festival, ajudar outras cidades do litoral a montar seus próprios torneios.

Acervo do Museu do Surfe de Itanhaém e recortes da imprensa da Baixada Santista, 1973. A fotografia com a prancha de madeira não tem data confirmada em documento e é atribuída a meados do século XX.

Expoentes internacionais

Três gerações levando Itanhaém ao mundo.

De surfistas nascidos e formados nas ondas da cidade, uma linha contínua de destaque internacional atravessa quatro décadas — dos anos 80 ao circuito mundial de hoje.

Wagner Pupo surfando uma onda tubular Anos 80
Wagner Pupo Geração dos anos 80

Iniciou a carreira como atleta na década de 1980 e abriu caminho para a geração seguinte. Sua trajetória está registrada no acervo fotográfico histórico da cidade.

Binho Nunes em manobra na onda Anos 90
Binho Nunes Geração dos anos 90

Destaque da década de 1990 como o surfista mais radical do Brasil, consolidou Itanhaém como celeiro de surfistas competitivos no litoral brasileiro e ondas pelo mundo.

Miguel Pupo executando manobra aérea 2010+
Miguel Pupo Geração 2010 em diante

Filho de Wagner Pupo, levou o nome de Itanhaém ao circuito mundial de surf, consolidando uma linhagem familiar que atravessa gerações.

Gabriel Benetton comemorando o título mundial carregado pela equipe, com a bandeira do Brasil 2020+
Gabriel Benetton Campeão mundial · Kitesurf

Revelação do ano no GKA Kitesurfing Awards 2023 e campeão mundial de Kite-Surf da GKA em 2024, título conquistado em Ibiraquera, no Brasil.

A presença da família Pupo no surf de Itanhaém é documentada no Anexo A2 (portfólio fotográfico histórico) da candidatura à World Surf Cities Network.

Patrimônio vivo

A cidade guarda e ensina o próprio surf.

Um museu que cataloga e restaura pranchas na própria oficina, e quatro estruturas de ensino que levam o surf a crianças, jovens e adultos o ano todo.

Museu do Surfe de Itanhaém

Iniciativa particular, por Cristian Carneiro, reúne pranchas de diferentes épocas, formatos e técnicas de construção, com acervo catalogado peça a peça.

Acervo catalogado Oficina de restauro própria Espaço expositivo
Pranchas do acervo do Museu do Surfe, cada uma com sua etiqueta de identificação
Cada peça em exposição carrega sua própria identificação

Devido a desse trabalho que boa parte do registro material do surf de Itanhaém permanece na cidade, e não dispersa em coleções particulares.

Surf como educação

*215alunos regulares - média de surfistas
*100
Prainha Surf SchoolEscola de surf particular
*80
Projeto Social Soul SurfAssociação de Surf Cibratel · por mês
*40
Escola Municipal de SurfPública · média de 20 alunos no inverno e 40 no verão
*15
Escola SurfarEscola de surf particular

Quatro estruturas ativas atendem crianças, jovens e adultos o ano todo, com aumento na temporada de verão.

Fontes: Anexos H1 (educação e acesso comunitário) e H2 (Museu do Surfe de Itanhaém) da candidatura de Itanhaém à World Surf Cities Network, 2026.

O SURF COMO INSPIRAÇÃO

Atletas que vivem o mar de Itanhaém.

Surf, longboard e kitesurf: gente da cidade que transforma as ondas em identidade, esporte e orgulho local.

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LOCAL APRAZÍVEL

Linda por natureza.

Lugares simbólicos, praias, costões, ilhas, rio e patrimônios culturais que sustentam uma narrativa de cidade oceânica.

Itanhaém vista do alto · rio e mar
Itanhaém vista do alto · rio e mar
Estátua da Sereia · patrimônio afetivo
Estátua Mulheres de areia · patrimônio
Piscina natural no costão
Poço de Anchieta - Cibratel
Morro e Boca da Barra
Praia do Cibratel
Praia dos Pescadores
Praia dos Sonhos
Ilha ao largo da praia
Ilha das Cabras
Costa e Mata Atlântica
Cidade a beira mar
Praia do Gaivota
Passarela de Anchieta
No que acreditamos

Os pilares da candidatura.

A proposta conecta a vocação local aos pilares internacionais da WSCN: proteção das ondas, inclusão, inovação e cultura oceânica.

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Benefícios

O que Itanhaém ganha.

Mais do que reconhecimento internacional, a candidatura pode organizar uma agenda concreta de desenvolvimento para a cidade.

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O caminho

Onde a candidatura está.

Com a candidatura oficializada pela Prefeitura, o processo avança em etapas: dossiê técnico, submissão à rede e avaliação internacional — sempre com participação social e compromisso com a proteção do Oceano.

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Quem lidera

Quatro atores, um mesmo compromisso.

A candidatura de Itanhaém à World Surf Cities Network é oficial: aplicada pela Prefeitura Municipal através da Secretaria de Turismo e idealizada e coordenada tecnicamente pelo Instituto Ecosurf. #ItaSurfCity.

A construção é aberta e coletiva, com Escolas de Surf, Atletas, Comerciantes, Educadores, Universidades, Organizações Sociais, Empresas, Coletivos e lideranças comprometidas com o futuro da cidade e do Oceano.

Coordenação técnicaInstituto Ecosurf

Instituto Ecosurf · Organização fundada há 25 anos em Itanhaém, dedicada à proteção dos ecossistemas de surf e do Oceano. Articula e coordena tecnicamente a candidatura.

Rede internacionalWorld Surf Cities Network

World Surf Cities Network · Rede de cooperação entre municípios que usam o surf como motor estratégico de desenvolvimento econômico, turístico, social e cultural.

CANDIDATURA OFICIALPrefeitura de Itanhaém

Prefeitura de Itanhaém · Candidata oficialmente a cidade à World Surf Cities Network, assumindo o surf como agenda pública de turismo, esporte, cultura e meio ambiente.

Aplicação da candidaturaVisite Itanhaém · Secretaria de Turismo

Secretaria de Turismo · Responsável pela aplicação da candidatura junto à WSCN e pela articulação institucional do processo.

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Orla de Itanhaém Foz do Rio Itanhaém, litoral sul de São Paulo
Apoiadores institucionais
Federação de Surf do Estado de São Paulo

Federação Paulista de SurfFPSURF

Associação Comercial e Agrícola de Itanhaém

Associação Comercial e Agrícola de ItanhaémACAI

Ilha ao largo da praia de Itanhaém
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FAQ

Perguntas frequentes.

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Ita Surf City

Proteger o Oceano é
da nossa Natureza.

Candidatura: Prefeitura Municipal de Itanhaém · Secretaria de Turismo
Iniciativa e coordenação técnica: Instituto Ecosurf · Surfar Global e Agir Local

ecosurf@ecosurf.org.br · @ecosurfoficial
www.ecosurf.org.br

Instituto Ecosurf
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